Que fazer com o pensamento negativo
Postado em | Escrito por: Romildo Ribeiro de Almeida
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O ser humano é o único dos animais que possui a inteligência para discernir entre o real e o imaginário, o único que pode pensar e refletir sobre os seus próprios atos, o único que pode decidir sua vida e seu futuro. Então ele só tem medo dos perigos reais, pois pode controlar as suas emoções e descobrir sempre qual é o melhor caminho a seguir, certo?

Tudo isso seria verdadeiro se não fosse um detalhe: O ser humano é também o único animal que é capaz de pensar. O pensamento que é a nossa função mais nobre, o orgulho do homo sapiens, as vezes se torna um problema quando perdemos o seu controle e passamos a pensar demais,  pensar de maneira errada, ou pior ainda: quando distorcemos a realidade e pensamos só em doenças, catástrofes, misérias, perdas, mortes e tudo quanto é desgraça sem que possamos nos defender. Quando isso acontece é como se um demônio tomasse conta da nossa cabeça criando, sem o nosso consentimento, pensamentos absurdos que nos fazem sofrer.

Por que isto acontece? Porque temos um cérebro instintivo cuja função é defender-nos das ameaças externas. Quando esse cérebro é ativado, por um perigo real ou não, é difícil de controla-lo, pois não depende de nossa escolha. Nosso psiquismo tenta, então, nos defender desse perigo que para ele é real e o pensamento passa a ser dominado por essa função instintiva.

O que devemos fazer quando isto acontece? Certamente, existem vários caminhos. Mas o ideal é libertar nosso pensamento das crenças distorcidas e devolve-lo ao comando certo: Ao comando do psiquismo consciente.

E como fazer isso? Submetendo todo pensamento a uma análise crítica para despotencializá-lo, ou posto de outra forma, cortar suas asas. Quando conseguimos explicar um fenômeno ele deixa de nos incomodar. As vezes é difícil fazer isto sozinho por isso o melhor remédio para curar um pensamento que ficou doente, é buscar ajuda de um psicólogo e a abordagem mais indicada é a abordagem comportamental cognitiva.

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