Anorexia e Bulemia
Postado em | Escrito por: Romildo Ribeiro de Almeida
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Precisamos mudar nossos padrões de beleza.

A morte da modelo Ana Carolina que sofria de anorexia nervosa foi o ponto trágico de uma situação que todos já conhecem. Carol tinha apenas 21 anos, 1,74 m de altura e pesava apenas 40 quilos. Internada no dia 25 de outubro com insuficiência renal, estava tão debilitada que sua pressão arterial despencou, ela passou a ter dificuldade de respirar e seu quadro geral evoluiu para uma infecção generalizada, levando-a à morte.

O drama dessa jovem exemplifica muito bem o que acontece com outras milhares de jovens que mal saem da adolescência e se auto flagelam submetendo-se a dietas de passarinho para satisfazerem as exigências insanas da indústria de modas que impõe um modelo de magreza e desnutrição para desfilarem nas passarelas.

Esse modelo estúpido de beleza conseguiu ultrapassar os limites das passarelas e hoje estão em nossos lares onde jovens que nem pretendem ser modelos, se acham feias e gordas só porque não tem um manequim 36.

A anorexia é um problema preocupante. Segundo estatísticas, dez por cento das internações hospitalares motivadas por anorexia, acabam em morte por inanição. A anorexia nervosa é um transtorno alimentar caracterizado por uma rígida e insuficiente dieta alimentar.

Em geral, os pacientes com esse distúrbio, têm uma imagem distorcida do próprio corpo. Apesar de serem magras, se vêem cada vez mais gordas e insistem que precisam perder peso. Quem os ouve reclamar do seu peso, pensa que é brincadeira, mas no fundo a coisa é séria. A pessoa realmente se acha gorda e o pior: Sente fome, só que evita a alimentação, temendo engordar.

Um outro transtorno alimentar associado à anorexia, é a bulimia. O paciente com bulimia, também tem medo de engordar, só que não consegue conter o impulso de comer e o faz compulsivamente. Depois de comer uma pizza inteira, sente-se culpado e induz o vômito colocando o dedo na garganta. Alguns, tomam laxantes e provocam diarréia. Tudo isso para se livrarem do terrível “mal”, no caso a comida.

É difícil ajudar uma pessoa com transtornos alimentares, porque elas não se julgam doentes e, portanto se recusam a procurar ajuda médica ou psicológica.

Devemos ficar atentos quando um amigo ou parente estiver perdendo peso excessivamente e, ao mesmo tempo alegar que precisa emagrecer mais. Nesse caso, incentive-o ou obrigue-o a procurar ajuda.

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